Pular para o conteúdo principal

Moral da estória



O florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo.


Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.

O florista ficou feliz e foi embora.



No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.

Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.

O padeiro ficou feliz e foi embora.

No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.

Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo.

Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.

O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados, com seus filhos, tios, sobrinhos, afilhados, vizinhos, cabos eleitorais, todos fazendo fila para cortar cabelo.

Essa é uma das diferenças entre os cidadãos e a maioria dos políticos

Para pensar...e mudar!

"Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão."
(Eça de Queiróz)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Academia Maranhense de Letras - sucursal Barra do Corda

          Enquanto Barueri alcança o ápice dos municípios brasileiros com melhores condições de vida, com muita tristeza relatamos um fato que causa vergonha, porque não dizer, indignação, pois se trata da condição em que se encontra atualmente uma escola municipal no Povoado Olho D´Água dos Crispianos, em Barra do Corda, Estado do Maranhão. Falamos apenas da condição física do prédio, imagine as condições pedagógicas!   A localidade fica distante cerca de 15 km da sede do município. O colégio funciona dentro de uma pastagem e as aulas são ministradas ao lado de animais que vão fazer sua refeição no local. Suspeita-se que o município de Barra do Corda receba recursos do Ministério da Educação. O prefeito Manoel Mariano de Sousa, o Nenzim (PV), é acusado pela Polícia Federal de desviar R$ 50 milhões dos cofres da cidade.   Com certeza a prefeitura não gastaria muita coisa para dar dignidade ao professor e aos alunos que talvez freqüent...

Zé Paulino Terapia

Em São Paulo, no Bom Retiro, entre Júlio Prestes e Luz, corre a rua José Paulino — conhecida por todos como Zé Paulino . É um centro comercial e, ao mesmo tempo, um consultório terapêutico a céu aberto: mulheres que chegam angustiadas saem de lá com um alívio imediato embalado em sacolas.  É um sobe e desce de mulheres de todos os tipos — altas, baixas, magras, cheias, de várias origens — todas em busca da peça que promete consertar o trabalho, o lar, o casamento ou a autoestima.  Dentro das lojas, a cena se repete: uma diz que viu primeiro, outra jura que a peça já estava separada, outra aponta um defeito; quando a peça finalmente é largada, alguém a segura e corre ao caixa, mesmo sabendo que pode voltar na semana seguinte para trocar.  Os maridos ficam à margem, de braços cruzados, confundindo-se com os vigilantes das lojas. Rua Zé Paulino: paraíso das mulheres que procuram, por um instante, a cura na aparência — nem sempre coerente, sempre urgente.

Sabedoria da Vovó Esmeralda

Na minha terra natal, as coisas se resolvem de modo simples, como as pessoas de lá — mas sempre deixando que cada um tire suas próprias conclusões.  Numa tarde de almoço, todos sentados nos bancos de madeira ao redor da mesa comprida: meu pai Antônio Carlos, minha mãe Luzia, minha avó Esmeralda, meus irmãos Kaaled, Fernanda, Haroldo, Lúcio e eu. A comida vinha em travessas enormes; o calor era tanto que os homens sentavam sem camisa, só de calção e chinelo.  A cozinha cheirava a arroz — porque maranhense não vive sem arroz —, feijão vermelho, carne bem temperada com cheiro-verde e pimenta, e a velha farinha de puba. A cozinheira Conceição trouxe a bacia de arroz, o feijão e, em seguida, a carne. Só que, naquele dia, a carne era língua de boi cozida.  Kaaled, como sempre, fez cara de nojo e perguntou:  — Eu não como isso. O que é?  — É língua cozida, meu filho — respondeu minha mãe, com paciência.  — A língua que sai da boca da vaca? — insistiu ele.  Me...