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Mostrando postagens de Setembro, 2013

UM BRUXO GENERAL

“Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e, vinte e quatro horas depois, a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso”.
Essa frase, atribuída ao General Plínio Mourão Filho, brasileiro de Diamantina, terra do ilustre Juscelino Kubtschech de Oliveira, teria sido dita no ano de 1970, dois anos antes de falecer. Eu, tentando encontrar algo na História que fizesse essa frase ter algum sentido me vi logo na necessidade de ultrapassar a barreira da morte. Sim, o que o general falava só teria sentido se se projetasse no tempo a possibilidade de isso acontecer algum dia, visto que no…

UM CERTO NINGUÉM

Um certo Celso de Mello, que hoje me parece mais um "Celso de Merda" perde a oportunidade para entrar na historia do Brasil (ou o ainda resta dela). Perdeu a oportunidade para entrar como homem de decisão e convicções jurídicas banhadas na ética, na moral e na honra, mas, entra para a história como o segundo Silvério dos Reis. Ele próprio assim o desejou. Tíbio, temeroso, rabo-preso, enfim, o Celso Silvério dos Reis de Mello pertence ao time dos mais "insígnes insignificantes" da nossa história. Quem sai ganhando com esse tibieza? O covil articulado em duas letras. Alegar que embargos infringentes estão previstos em regimento interno do STM demonstra a fraqueza da único poder que poderia, em tese, levantar o ânimo e o moral dos brasileiros de vergonha. Resta-nos ainda crê nas Forças Armadas, visto que se a lei legalizou a imoralidade administrativa a ordem das coisas foram esfaceladas e esse é o seu papel em reestabelecê-la. Sinceramente tenho minhas dúvidas já qu…

DESTINO EM UM SÓ

Celso de Mello vai dá pra trás logo agora?  Será o que ele pensa em entrar para a história como caranguejo ou como carroça do boi? Cuidado macho! Exemplos ficam, inclusive para os nossos entes mais queridos. Faça isso não, cabra velho! Bota esse mói de safado na cadeia. Ajuda esse Brasil Velho sair da lama. Tu é o mais velho dessa cambada e tá bem pertinho de sair. Sai como homem. Pois é, na próxima quarta-feira o Brasil pode ser outro ou continuar "como antes na casa de abrantes".
Esperamos firmemente que você faça a sua parte, já que o PT já fez a dele, ou seja, jogou lama por toda parte dos poderes da "republiqueta de bananas". Demonstre não ter sido atingido por essa lama. Seja um "cabra macho", Celso, pelo menos dessa vez.

SETE DE SETEMBRO PARA QUÊ?

Sete de Setembro é uma data realmente importante.  É preciso cultuar o "7 de Setembro" para não esquecermos de que ainda falta muito para sermos livres. Isso mesmo: não somos um povo livre. Libertaram-nos de Portugal em 7 de setembro de 1822 mas nos deixaram nas mãos dos políticos brasileiros, principalmente os que habitam na Casa do Zé. Esses, livremo-nos deles o mais rápido possível para que o Brasil consiga respirar como uma "Pátria Livre". Zé, no sentido popular, é o nome que o nordestino atribui principalmente a quem não conhece. Todo mundo é Zé.  Jackson do Pandeiro também era um deles: de baixo, de riba; não interessa. Zé pra todo gosto. Bom, ruim, enfim. E quando o bicho não presta, sai de baixo. E o pior dos Zés não são os desconhecidos. O pior deles é o "GENUÍNO". Por quê? A estrela vermelha esconde tudo que é de ruim do Zé, porém esse é genuinamente um malandro. Inventa até doença para não trabalhar.  Hoje é um "cardiopata autêntico"…

Garoto DONADON Demais

Raposas resolvendo o que é melhor para as galinhas, só poderia dá em caldo. Os "secretos" amigos de Donadon são tão raposas quanto ele. - E quando chegar a minha vez? Pergunta uma raposa a si mesma. - Se eu votar secretamente, o povo que aceitou que eu o enganasse, enganar-se-á outra vez: vai pensar que sou inocente e que votei a favor da saída do Donadon. - Ninguém pode me acusar de omissão. Disse outra. Acontece que as raposas votam pelo instinto. São todas iguais. Esse Brasil..... é dócil demais.