Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de Março, 2013

BALSAS É DE AÇÚCAR MAIS ÀS VEZES AZEDA

  Esta é a antiga rua Catumbi, hoje Prefeito Edísio Silva.   Confesso que não sei o porquê da mudança, haja vista que várias novas ruas foram surgindo em Balsas e com isso poderiam homenagear os novos defuntos.    Bem, o que quero mostrar é a aparência da "esquina" do Waldemar Cabral, aquele cunhado do prefeito anterior, e que deixou o imóvel ficar em ruínas.     Retrata bem a pobreza dos “ricos balsenses de outrora” e serve de cenário para os pobres de hoje e de ontem que permanecem na calçada do Chico Coelho a espera de favores.    Pois é, Balsas é de açúcar, mas tem hora que azeda.

MEUS CINQUENTA ANOS DE BALSENSE

Ontem, 9 de março, transcorreu cinquenta anos que minha querida mãe abriu os seus braços  (ou foi as pernas?) e disse para o povo de Balsas: aqui está o meu rebento.  De tão fraco quando nasci a natureza queria logo me devolver. Apareceram as "mães de leite" balsenses para ajudar a Luzia Bucar a cuidar do seu primeiro filho.  Uma delas é a Dona Celina, esposa do senhor Constâncio Coelho, a quem chamo "mãe Celina", a outra, foi a Dona Violeta, esposa do Dr Roosevelt. Elas são as culpadas pela formula que me fez aguentar vivo até agora. A elas o meu profundo respeito e carinho por serem minhas "mães postiças". No batido que vou, estou planejando escrever algo semelhante quando completar os cem e os cento e cinquenta anos. Só espero que vocês estejam juntos pra comemorar comigo. O corpo já não é o mesmo. Cabelos já não os tenho mais (fiz doação para uma fábrica de perucas que estava quase falida).  As fotografias são a prova do desgaste

A CIDADE DORME

A cidade dorme. Dorme a cidade sob o véu da insensatez. Protegem os anjos os insensatos Todos são por eles protegidos. Dorme a cidade Dormimos nós também.   Adormecemos não só o corpo Entorpecemos a alma, os nossos sentimentos: Dorme a cidade Eu durmo também!                                                            Franz Kafka   (Mensagem atribuída a Franz Kafka – recebida mediunicamente em 10.12.2009 no Centro Espírita Fraternidade e Amor – Barueri-SP)