Pular para o conteúdo principal

O estádio do Corinthias agora tem nome



   Eu vi hoje alguns sites fazendo enquete sobre o nome do estádio em construção no bairro de Itaquera, em São Paulo, em cujas instalações haverão jogos da Copa; isso se conseguirem construí-lo até a data estabelecida.
   Vi algumas sugestões, tais como Itaquerão, Coringão, Arena de São Paulo, Arena do Corinthias e etc.
   Com o intuito de ajudar, pensei um pouco e constatei que os estádios vieram do Império Romano e  nada mais salutar do que homenagear os criadores desse ambiente que desperta paixões exacerbadas em muita gente e depois homenagear realmente quem pretende ser o anfitrião daquele espaço. Como na Roma antiga se falava o Latim, também seria justo trazê-lo à questão. Em assim sendo, agradaríamos  gregos e troianos.
   Em se tratando de corintiano, lembrei-me que esse torcedor, especificamente ele, tem um linguajar todo apropriado para expressar o seu amor pelo Timão, e não raro o vemos aos berros dizer que torce pelo “curinthias”. Isso mesmo, com "U" bem acentuado e aí me veio à mente a seguinte sugestão: não seria melhor inaugurar aquele espaço, obedecida a seqüência de raciocínio feita acima, com o título de...
Estadium CUrintiANUS”?.
   Enfim, acredito ter resolvido esse imbróglio de uma vez por todas. E aí, agradaremos a todos os que gostam de futebol ou não, CUriantiANUS em geral e os torcedores do São Paulo que terão o grande prazer de constatar de uma vez por todas: para ser mesmo um verdadeiro “bambi” é preciso reunir duas características que só os CUrintiANUS têm.
  

Comentários

Denise Carreiro disse…
Q maldade!
Afinal, vc está falando com uma COrinthiana.
Denise, parabéns pela Libetadores. Até que enfim.

Postagens mais visitadas deste blog

Academia Maranhense de Letras - sucursal Barra do Corda

          Enquanto Barueri alcança o ápice dos municípios brasileiros com melhores condições de vida, com muita tristeza relatamos um fato que causa vergonha, porque não dizer, indignação, pois se trata da condição em que se encontra atualmente uma escola municipal no Povoado Olho D´Água dos Crispianos, em Barra do Corda, Estado do Maranhão. Falamos apenas da condição física do prédio, imagine as condições pedagógicas!   A localidade fica distante cerca de 15 km da sede do município. O colégio funciona dentro de uma pastagem e as aulas são ministradas ao lado de animais que vão fazer sua refeição no local. Suspeita-se que o município de Barra do Corda receba recursos do Ministério da Educação. O prefeito Manoel Mariano de Sousa, o Nenzim (PV), é acusado pela Polícia Federal de desviar R$ 50 milhões dos cofres da cidade.   Com certeza a prefeitura não gastaria muita coisa para dar dignidade ao professor e aos alunos que talvez freqüent...

Sabedoria da Vovó Esmeralda

Na minha terra natal, as coisas se resolvem de modo simples, como as pessoas de lá — mas sempre deixando que cada um tire suas próprias conclusões.  Numa tarde de almoço, todos sentados nos bancos de madeira ao redor da mesa comprida: meu pai Antônio Carlos, minha mãe Luzia, minha avó Esmeralda, meus irmãos Kaaled, Fernanda, Haroldo, Lúcio e eu. A comida vinha em travessas enormes; o calor era tanto que os homens sentavam sem camisa, só de calção e chinelo.  A cozinha cheirava a arroz — porque maranhense não vive sem arroz —, feijão vermelho, carne bem temperada com cheiro-verde e pimenta, e a velha farinha de puba. A cozinheira Conceição trouxe a bacia de arroz, o feijão e, em seguida, a carne. Só que, naquele dia, a carne era língua de boi cozida.  Kaaled, como sempre, fez cara de nojo e perguntou:  — Eu não como isso. O que é?  — É língua cozida, meu filho — respondeu minha mãe, com paciência.  — A língua que sai da boca da vaca? — insistiu ele.  Me...

Zé Paulino Terapia

Em São Paulo, no Bom Retiro, entre Júlio Prestes e Luz, corre a rua José Paulino — conhecida por todos como Zé Paulino . É um centro comercial e, ao mesmo tempo, um consultório terapêutico a céu aberto: mulheres que chegam angustiadas saem de lá com um alívio imediato embalado em sacolas.  É um sobe e desce de mulheres de todos os tipos — altas, baixas, magras, cheias, de várias origens — todas em busca da peça que promete consertar o trabalho, o lar, o casamento ou a autoestima.  Dentro das lojas, a cena se repete: uma diz que viu primeiro, outra jura que a peça já estava separada, outra aponta um defeito; quando a peça finalmente é largada, alguém a segura e corre ao caixa, mesmo sabendo que pode voltar na semana seguinte para trocar.  Os maridos ficam à margem, de braços cruzados, confundindo-se com os vigilantes das lojas. Rua Zé Paulino: paraíso das mulheres que procuram, por um instante, a cura na aparência — nem sempre coerente, sempre urgente.